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12 países que vão aproveitar bem a 4ª revolução industrial

Internet das coisas, big data, robótica, inteligência artificial, nanotecnologia e impressão 3D.
Estes não são apenas avanços, mas parte da 4ª Revolução Industrial, tema do último Fórum Econômico Mundial realizado em janeiro.
Ela é marcada pela aceleração da automatização e da conectividade e tocará todos os aspectos das economias – do nível de emprego ao nível de preços, passando pela taxa natural de juros e desigualdade. Quem vai ganhar com isso? Em um primeiro momento, quem tiver flexibilidade, trabalhadores bem educados e capacidade de inovação. No momento, isto descreve principalmente as economias desenvolvidas.
Um relatório recente do banco UBS listou quais são elas com base em alguns dados do relatório de competitividade do próprio Fórum.
O primeiro (eficiência do mercado de trabalho) traz a posição do país no pilar de mesmo nome, o segundo (habilidades da força de trabalho) usa o ranking do pilar “educação superior e treinamento” e o terceiro (inovação) usa o ranking também de inovação.
O quarto critério (adequação da infraestrutura) é uma média dos pilares “prontidão tecnológica” e “infraestrutura” e o último, “proteção legal”, é uma média de 4 rankings: direitos de propriedade, proteção de propriedade intelectual, independência judiciária e comportamento ético das empresas.
Por serem médias, estes dois últimos critérios podem ter números fracionados. Veja a seguir as 12 economias mais bem posicionadas para tirar proveito da nova revolução industrial, assim como os números do Brasil:

1. Suíça

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 1
Habilidades da força de trabalho 4
Inovação 1
Adequação da infraestrutura 4,00
Proteções legais 6,75

2. Singapura

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 2
Habilidades da força de trabalho 1
Inovação 9
Adequação da infraestrutura 3,50
Proteções legais 9,00

3. Holanda

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 17
Habilidades da força de trabalho 3
Inovação 8
Adequação da infraestrutura 6,50
Proteções legais 12,50

4. Finlândia

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 26
Habilidades da força de trabalho 2
Inovação 2
Adequação da infraestrutura 19,00
Proteções legais 1,25

5. Estados Unidos

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 4
Habilidades da força de trabalho 6
Inovação 4
Adequação da infraestrutura 14,00
Proteções legais 23,00

6. Reino Unido

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 5
Habilidades da força de trabalho 18
Inovação 12
Adequação da infraestrutura 6,00
Proteções legais 10,00

7. Hong Kong

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 3
Habilidades da força de trabalho 13
Inovação 27
Adequação da infraestrutura 4,50
Proteções legais 10,00

8. Noruega

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 9
Habilidades da força de trabalho 7
Inovação 13
Adequação da infraestrutura 19,00
Proteções legais 11,50

9. Dinamarca

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 10
Habilidades da força de trabalho 9
Inovação 10
Adequação da infraestrutura 15,50
Proteções legais 17,75

10. Nova Zelândia

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 6
Habilidades da força de trabalho 10
Inovação 24
Adequação da infraestrutura 21,50
Proteções legais 6,25

11. Suécia

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 20
Habilidades da força de trabalho 12
Inovação 7
Adequação da infraestrutura 12,00
Proteções legais 19,75

12. Japão

Posição no ranking mundial em:
Eficiência do mercado de trabalho 21
Habilidades da força de trabalho 21
Inovação 5
Adequação da infraestrutura 12,00
Proteções legais 18,00

Fonte: exame